terça-feira, 18 de outubro de 2011




Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afetiva, a princípio, sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente. Pois bem onde quero chegar conheci três grandes amigos que pra mim se comparavam com os três mosquiteiros e eu sendo D'Artagnan considerado o 4º mosquiteiro sem palavras para descreve-los me sinto um pouco tímido em não saber expressar tamanha perspicaz desses seres mortais mas que possuem tamanhas capacidades de um todo em geral pude acompanhar algumas de suas proezas na juventude digo juventude pois os mesmo hoje são casados, juntos lutamos por um ideal melhor sempre se voltando pra Computação é bem verdade que hoje em dia estamos um pouco afastado pois na vida é assim temos que seguir caminhos diversos um do outros por questão de sobrevivência mas foram enumeras as vezes que  apesar de não temos recursos estudávamos juntos computação para que um dia no futuro pudéssemos sermos profissionais do ramos naquela época não foi fácil pois os métodos não eram encontrados com facilidade e a internet só era discada (lenta , lenta) amigos de origem simples mas que surgiram pra fazerem o diferencial com nomes propriamente artísticos não sei se por destino ou por coincidência já nasceram assim.

 Paulo Ribeiro, Fernando Oliveira e Wellington, assim são chamados e reconhecidos na net os três são designer de renome e de uma capacidade extraordinária de criação na atualidades não temos mais tempos pra nos reunir mas sempre que podemos trocamos ideias de novos software e tendência do mercado mas sempre seguindo uma linda criativa e ousadia no ramos da computação.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O mundo sem Steve Jobs


A tecnologia de ponta acordou mais triste. A morte de Steve Jobs entristece por ser uma morte e de alguém com apenas 56 anos de idade. Ela choca por deixar claro que todo o poder não é suficiente para enfrentar algumas doenças, ainda hoje. Ela empobrece o mundo porque é óbvio que com Jobs vivo teríamos muitos anos de surpresas e transformações pela frente. Steve Jobs não apenas as apresentava, mas a presença dele ali nos assegurava que o que ele estivesse mostrando era sim o que vínhamos - sem saber - buscando. A confiança que tínhamos nele não se reproduz, e outros podem apresentar as próximas maravilhas sem que elas peguem, simplesmente por não serem Jobs.
O mundo vai mudar menos, ou com maior dificuldade, e isso nos atinge a todos. Eu sinto pelo que não vai mais acontecer. A vida sem Jobs é uma vida com menos surpresas e com menor ruptura com o passado. A vida sem Jobs é aquela vida que eu não prefiro, e é nela que eu, você que lê, o senhor aqui ao lado vamos passar o resto dos nossos dias.
Steve Jobs não vai mais acordar para olhar árvores, sol e maçãs, e não vai mais criar novas formas de transformar a todos nós em seres desse inacreditável século 21, no qual vivemos, no qual vamos seguir vivendo, sem ele. Azar de todos nós, pesar de todos nós que nos sentimos parte do contemporâneo que ele compreendeu como ninguém mais.